Microfisioterapia | Terapia Manual | Instituto Salgado de Saúde Integral

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11/01/2017

Eficiência da Microfisioterapia cativou Ivan

Da ideia da fisioterapia tradicional para as técnicas inovadoras; da premissa de atender vários pacientes de uma só vez para a mudança de paradigma e a realidade de oferecer um atendimento individualizado e personalizado. Quando saiu dos bancos da faculdade, há 9 anos, Ivan Luis Stringhini Bonaldo imaginava sua rotina de trabalho como havia aprendido ao longo do curso: o atendimento tradicional da fisioterapia, ligado à ortopedia, com muitos pacientes de uma só vez e pouca rentabilidade.

Mas ele teve a chance de fazer um aprimoramento em terapia manual na clínica Salgado em Londrina e nesse período conheceu a Microfisioterapia. “Percebi que a fisioterapia poderia ser diferente da que eu tinha aprendido, que poderia inclusive ganhar mais com isso e com uma potência de resultado para os pacientes. Estava com um grupo de pessoas que eram referência, e fazer parte de um grupo assim te faz acreditar que é possível, muda sua forma de pensar”, recorda.

Ivan fez a formação em Microfisitoerapia e transformou a sua atuação na cidade de Pato Branco (PR). Aliás, quando voltou à cidade, ele lembra que chegou a atuar com a fisioterapia tradicional. “Mas não tive paciência, era perder o meu tempo e o tempo do paciente. Eu preferia fazer uma sessão de micro que 10 sessões da fisioterapia convencional e com resultado precário”, pontua.

Com a Microfisioterapia, os resultados são mais rápidos, os pacientes ficam satisfeitos e a divulgação do trabalho é consequência. “O método é eficiente, a complexidade de informações que ele traz, fez com que se chegasse ao X da questão, à causa do problema e isso trouxe resultados. Não é só uma informação, são várias e elas seguem atuais porque o trabalho de pesquisa da Microfisioterapia continua. Isso faz com que o método não fique estagnado e converte em resultado”, atesta.

Recentemente, Ivan passou por uma revisão da técnica com Daniel Grosjean, criador da Microfisioterapia junto com Patrice Benini. Os dois seguem trabalhando e pesquisando, aprimorando o que criaram. “Quanto mais se convive com eles, mas se percebe que não se pode para. Prefiro investir em cursos que me dão resultados e o benefício é que eu promovo em volta de mim uma onda que atrai o bem”, finaliza.